segunda-feira, dezembro 25, 2006

A TODOS
QUE PASSAREM POR AQUI,

um FELIZ NATAL

e um ÓTIMO ANO DE 2007!

AMOR,
PAZ,
SAÚDE,
SUCESSO
...e continuem passando por aqui ano que vem! =)

Abraços/beijos a todos

O Pepperman está de férias...

sexta-feira, dezembro 15, 2006

A estátua intrigante

No Setor de Indústrias Gráficas em Brasília (SIG), onde eu estudo, há uma certa CHURRASCARIA PAMPA, na frente da qual eu costumo parar o carro.

Em frente à Churrascaria, encontra-se curiosa estátua que eu penso ser uma homenagem ao proprietário do estabelecimento.

Reparem bem, é um tanto interessante.

Photobucket - Video and Image Hosting Churrascaria Pampa Brasilia
Se olharmos para as proporções, ou o boi é geneticamente modificado, ou Hobbits de fato existem nos Pampas gaúchos (the Shire?)!

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Going Nuts!

Tento não usar títulos em inglês, mas esse tem tudo a ver!
Então, ao tão aguardado post que atualizará o blog!

--------------------------- Going Nuts (Indo Nozes) -----------------------

Por esse blog, já discorri sobre minha inimizade para com o sorvete napolitano. A bola da vez é a NOZ.

Como todo trauma de infância, este se deu quando eu ainda não fazia a barba e acreditava que Papai Noel existia.

Com meus três ou quatro anos de idade, era costume passar o Natal no Rio. Ali, perto dessa data, eu ia para a casa da minha avó materna, que tinha uns gostos alimentares tidos por mim como um tanto peculiuares. Seu famoso "BOLO DA VIVI" era bem conceituado na Família (Com "F" para ficar mafioso). O quitute consistia em um bolo normal, abarrotado de frutas cristalizadas e nozes. Era tanta que eu ficava com preguiça de tirar tudo e comia assim mesmo. Ao chegar na casa da minha avó, já sabia que um Bolo da Vivi me aguardava ansiosamente.

Moçada... Não bastasse isso, ao término do bolo, a minha vózinha abria seu velho armário e tirava o ingrediente mágico... NOZES! Chegamos à elas!
"-Môfio... Quer nozes? É bãaaaaaaaaaaaaaaaaaao... Comida de esquilinho!"
Todo mundo lá em casa comia aquilo... TINHA que ser bom!
Eu abria o saco oleoso... comia... Sabor barata! Tinha gosto de barata; de coisa muito velha onde esses insetos faziam ninho (como o armário onde o saco era armazenado o ano todo).

Nozes não eram colhidas no Morro do Boréu, então imagino que tivesse um preço razoavelmente alto. Por conta disso, o saco oleoso (nozes são gordurosas!) que me era oferecido em um Natal era o mesmo que me ofereciam no ano seguinte. Eu comia a barata que tinha sobrado do ano anterior, imaginando que naquele ano elas estariam maturadas e mais saborosas. Lenda!

Desisti das nozes quando um dia, uma fresquinha, ainda com casca, chegou em minha presença. Constatei a diferença entre a Noz-Fresca e a Noz-Armazenada. A fresca dava mais trabalho de comer pois eu tinha que passar pela casca dura e atingir o miolo. Era o mesmo sabor de armário velho. A mesma barata. Só que envolta numa armadura...
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