quarta-feira, novembro 21, 2007

Prato Feito

Hoje, ao acordar, vi uma reportagem sobre o "P.F. - Prato Feito". Tão comum no dia a dia dos brasileiros, consiste em arroz, feijão, alguma carne e salada. Dependendo do local onde você come, outros ingredientes básicos podem ser adicionados: fritas, ovos e farofa.

Quase todo mundo que eu conheço gosta dessa comida. Não tem erro; é melhor do que um fillet à la sauce bourguignonne avec salade de pomme de terre aux fines herbes servido no melhor francês da cidade por módicos R$ 50.

Embora tão apetitoso, ao ver o trio feijão/arroz/carne sendo servido na reportagem, meu estômago embrulhou. O dono do estabelecimento, que servia os clientes, massacrou o prato. Estivera eu ali, pediria para voltar.

Eu acredito piamente que, em matéria de comida, a ordem dos fatores altera, sim, o produto. Exemplo: úm pão sírio com manteiga por fora tem gosto diferente de um pão sírio com manteiga por dentro. Gosto, textura... Tudo é influenciado. Se a minha mãe coloca feijão, arroz e farinha no prato, nessa ordem, pra mim isso é uma heresia culinária, se isso existir. E foi o que o dono do restaurante fez.

O arroz tem que vir primeiro, para conter o feijão antes que este se espalhe por todo o prato bagunçando tudo. Com o arroz primeiro, o caldo é absorvido dando a este uma textura mais agradável ao paladar. Quando empolgo, ainda coloco molho de tomate, queijo coalho ou mussarela e carne moída. Muita gente acha esquisitíssimo, mas fica perfeito - quem conhece não troca por nada.

Agora chega de escrever sobre feijão e arroz. Vou almoçar, que é mais interessante.

sábado, novembro 17, 2007

Quinta e sexta no sábado.

Depois do casamento, São Pedro ficou de birra comigo e a chuva me impediu de aproveitar a praia, andar no calçadão ou visitar certas partes da cidade andando; o que eu mais queria fazer. Assim, meus programas tomaram uma direção um tanto "Brasiliense" e lá fui eu pro Shopping! Seria saudade da capital?

Quinta, enjoado dos Johnny Walkers da véspera, resolvi almoçar a quilo, para não comer muito (decisão certa). Atravessei a rua e fui com as minhas primas almoçar no Arab, aqui perto da gente (decisão errada). Comida do Sheik costuma gostar de mim e, sem que eu perceba, o meu prato está semelhante ao Everest. Nesse dia de pouco apetite não foi diferente e, saindo do restaurante, precisei de antídotos para o pobre fígado, ou minha tarde estaria comprometida.

Curado da comilança, meu próximo destino era o Tijuca Shopping onde eu encontraria minhas primas Heloísa, Cristiane e Victória (3 gerações, na ordem). Foi muito bom revê-las, no dia da "inauguração da decoração de Natal", com direito a um Papai Noel maluco que aterrissou ali fazendo rappel. Lanchamos e pasamos horas na Saraiva escolhendo livros, vítimas de uma grande indecisão literária... Só não pude ver a Leninha, que estava com problemas capilares. Shit happens.

Na sexta, meu último dia na cidade, fui ao Outback, mas não consegui comer grande coisa. Minha desculpa é que no Rio, eu estava fazendo uma verdadeira maratona gastronômica. Em suma, voltei mais redondo da viagem.

Praia, comida boa, ótimas companhias. Cinco dias é pouco e, na hora de voltar pra Brasília dá aquela tristeza... Afinal, ali é a Cidade Maravilhosa. Só estando lá para entender.

Obs.: Post terminado em Brasília...

sexta-feira, novembro 16, 2007

O 14 (Dia D)

Era para ter escrito ontem, mas não tive tempo. Dia 14 foi, em parte, a razão por eu ter saído de Brasília; o esperado casamento do Patrick.

Primeiro e único dia de sol que eu peguei até agora, não perdi a chance de ir à praia de Copacabana, enfrentar um mar bravo (sempre é assim depois das chuvas) e uma água gelada que me lembrou do chopp do Informal. Já estava com saudade dos ambulantes, da areia e dos turistas andando de jeans e tênis na praia... Fiquei bem pouco tempo, achando que, outro dia, poderia voltar lá. Até agora nada.

Almocei muito bem na casa dos meus tios (comida-de-tia é sempre boa), o que fez com que passasse a tarde esparramado em um sofá... Esperei anoitecer para me arrumar e partir em direção à Barra, com uma aparência Las Vegasiana por conta o Natal, onde ocorreria o casamento.

Com o trânsito de início de feriado conseguimos, timing perfeito, chegar junto com a noiva. Não perdemos nada da cerimônia, muito bonita. Houve uma interferência perto de onde estava saindo o som do microfone (acho que nem os noivos sabiam dessa) e eu, que estava escondido perto da caixa estava curtindo, além dos votos tradicionais, a Banda Calypso e o Bonde do Tigrão. A tradicional recepção também estava esxcelente, apesar de eu ter exagerado na quantidade de whiskeys por canapé consumido. Chegando à casa, fui dormir com a janela aberta e um vento forte que anunciava mais chuva...

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Patrick e Aline no bolo.

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...e no altar.

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Felicidades pra vocês!! =)

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Johnny Walker Effects.

quarta-feira, novembro 14, 2007

Copa Cabanna

Copa Cabanna. Esse era o nome da versão genérica do perfume do estilista "Paco Rabanne", à venda num kiosque comandado por um indiano...

Enfim, isso não importa.

Cheguei ao Rio, como de costume, num dia chuvoso e acabei ficando em casa mesmo. Por sorte, era o segundo dia de chuva e, pelas minhas estatísticas, em breve o sol daria sua graça. Nada a temer.

Ontem, apesar do tempo nublado, saí para alugar terno, tirar fotos na praia e visitar o Copacabana Palace com as minhas primas. Turista é raça muito ruim. Com uma câmera nas mãos, a impressão que devíamos passar era de que jamais havíamos visto um lustre de cristal ou uma piscina em nossas vidas. Mea culpa, admito... O estranho no ninho era eu. Terminamos o dia no Botequim Informal, um botequim assim... informal, aqui ao lado. O ato de ir para um boteco no Rio é diferente de fazer a mesma ação em Brasília. O clima de praia é propício ao consumo de cervejas de toda sorte, acompanhadas de bolinhos de bacalhau e semelhantes. Até o nome aipim frito soa mais convidativo do que os tradicionais Mandioca/Macaxeira.

Hoje às 6 da manhã, tive que pular da cama para espantar uma bruxa preta, barulhenta e grande que havia invedido a sala errada. Agora, antes de dormir, chamarei uma rezadeira.

*Próxima parada: O 14*

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Humano de estimação.
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Aspecto da praia de Copacabana, em dia chuvoso.
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Os Quatros. (Eu e Cris).
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Descobrindo o Segredo da Vitória. (a vaca, não a lingerie!)
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Vivi e a Biba com cara de desconfiada, fazendo pouco caso da foto.
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Palácio de Copacabana. O homem de verde na piscina é o príncipe herdeiro do Nardjeguistão. (Meu aposento é o segundo à esquerda, terceiro andar)
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Homenagem à Vivi; ela ama essas pedras...
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Leite de côco.
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Um Fenômeno com tetas!

domingo, novembro 11, 2007

Antes de ir para o Rio....

Resolvi que antes do temporal (com direito a granizo) que abençoaria meu aniversário, eu tinha que test-drivear um carro. O KIA PICANTO em questão.

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Primeira vez que vi, achei feio de doer. Com o tempo, fui me acostumando. Tem cara de carro cult. Desenho interessante, bem agradável de dirigir, com um motor 1.1 surpreendentemente ágil. Dentro, é confortável, desde que você não seja muito maior do que o Frodo. Tudo é compacto. Muito plástico no interior, mas estes são bem encaixados e não têm aquele aspecto de "carro barato". Em suma, é o Fiat Mille importado.
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"I wish my grass was EMO so it would cut itself". 28 anos e uma tentativa de suicídio involuntária... Comecei bem!

quarta-feira, novembro 07, 2007

"Letras"

Se você é observador, já viu essa seção na parte direita do meu blog. Tratam-se dos blogs que eu costumo/costumava ler. Aqui vai uma certa "homenagem" a eles, que, na minha opinião, merecem mais de uma breve menção à esquerda da minha tela.

1- BLOG ANCESTRAL: Esse foi meu segundo blog, no my spaces do MSN. Está parado e assim deve ficar. Só coloquei ele ali por razões sentimentais... Explore o velho Pepperman's Pepperpot, o meu personal-museum relicator Tabajara!

2- SUN SETS EAST: Foi uma espécie de diário de viagem do meu amigo Daniel Souhami, quando ele esteve em uma pequena cidade no norte do Japão. Cumpriu sua função e hoje está parado. Eu gostei tanto, que decidi deixar o link enquanto este estiver ativo. Alguns posts me fizeram chorar de rir. Take a trip to Where the sun sets east!

3- BOLINHAS: Minha amiga que escreve para ela mesma... Não me lembro muito bem como consegui o endereço para o blog (bem introspectivo), nem se é para ficar divulgando mas costumo dar um passeio na Rua da Limonada...

4- BLOG DA JU: Tive uma certa culpa pela existência deste blog. A Ju em questão era estagiária na Foco na época. Começou a escrever, se empolgou, houveram muitos posts focados na relação homem/mulher... Até que deu uma parada. Informe-se sobre o tema no Blog da Ju!

5- ESCOTILHA: Do mesmo "blogger" do antigo "Ode ao que se fode". O lugar certo para encontrar textos inteligentes e histórias curiosas. Voltou à atividade depois de um longo tempo parado. Para alegria geral da nação, após abrir a Escotilha, deixe um comentário por lá! Dizem que sair sem comentar traz mau agouro. Estão avisados...

6- THINK 2: Outra ex-Foco. A Carlota (Carla Stellato) é uma grande amiga minha e fez um blog muito interessante. Fiz pra ela uma "barra de título" colorida para enfeitar... Gostei muito do nome que ela escolheu. Antes de se jogar, Think Twice!

7- MIS PIENSOS: Descobri esse blog pelo "Sun sets East". Desde então, tenho visitado de tempos em tempos. Sem o proprietário saber, já que os comentários estão bloqueados por algum motivo o qual eu ignoro... Só lendo Mis Piensos para saber...

Terminadas as menções bloguísticas, fica o recado:
Semana que vem, estarei de viagem para o Rio. Pretendo fazer aqui um resumo da minha viagem. Ou seja, quem estiver morrendo de saudade, pode acompanhar tudo por aqui. Quase um Big Brother. Até mais!

domingo, novembro 04, 2007

Carros, Mortos e Tempestades.

...não necessariamente nessa ordem. Mas foram os destaques desse fim de semana de finados. Sexta, meus planos eram de ir abastecer o carro e, depois, passar no cemitério. Saindo do posto de gasolina, teve início a tempestade mais forte que eu já peguei. Aquela mesma que "desabou o teto" do Pier 21 e afundou o chão do SHS.

Estava ao lado do Brasília Shopping . Pela primeira vez eu parei para esperar a chuva, num estacionamento de hotel, sem poder enxergar mais de uns 50m à frente. Ouvi umja explosão do meu lado, vi umas bolinhas de fogo caindo e o sinal da W3 parou de funcionar. O fio de alta tensão deve ter feito CABUM. O vento parecia querer carregar meu carro. Quando a chuva parou, atrevessei áreas alagadas colocando à prova o "fator anfíbio" dele. Confesso que me surpreendi... Até picape encalhada eu vi.

Falando em carros, aproveitei o domingo para ir ao "Iglú" (Museu Nacional de Brasília) na frente do qual carros que ainda circulavam na minha infância estavam sendo expostos. Sim, este é mais um post cheio de fotografias, dedicado aos que gostam de ler livros com figurinhas.


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Chegada ao Museu-Iglú. Opinião minha, o exterior não tinha como ser mais feio, mas o que importa é o interior...
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Romi Isetta, baseado no Isetta italiano, primeiro carro brasileiro. Barato, transportava duas pessoas. Talvez volte à moda nesse momento de desenvolvimento sustentável e biodísel...
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Vemaguetes. Haviam muitos em Brasília! Eu lembro!!
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Aero Willys. Não vi muitos por aí mas tinha um de brinquedo. Meu avô e meu pai teriam adorado rever isso!
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Esse dispensa qualquer comentário.
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Nunca vi um Brasimca na rua, mas era um esportivo charmoso...
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Gordini. Quando criança, o nome e a aparência desse carro me lembravam o Jô Soares.
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Esse eu tinha que fotografar. Acho que o nome é SP2, da Volkswagen. Com 3 anos de idade eu já "cobiçava" esse carro. Continuo achando muito bonito.
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O "Onça". Só foram feitos 5 automóveis desse tipo. Hoje, restam dois. Esse é um deles.
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Puma, o esportivo nacional por excelência. Quem nos anos 70/80 nunca quis ter um??
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O que parece um "coupé comum", na verdade, é uma Ferrari. Ainda por cima, é de fabricação nacional. Eu nunca tinha visto esse carro antes.
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A vista mais clássica de Brasília, tirada da rampa do museu.
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Outro lado da cidade. No detalhe, a rampa citada acima.


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Exposição de carros. Bird's eye!
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