quinta-feira, dezembro 06, 2007

Pet Shop Boy

Durante a minha vida eu tive vários animais de estimação. Uns mais de estimação do que outros. Com 3 anos, fiz carinho no meu peixe vermelho até que esse viesse a falecer de tanto mimo. Com 7-8 anos, tentei sem sucesso criar todo tipo de insetos, formigas, marimbondos, vaga-lumes, cigarras... Até que ganhei uma cachorra, a Mink e um galo-da-campina, o Tupã. Nessa época, também, ganhei aqueles "pintinhos" que você levava de brinde em certas feiras de animais. Cresciam e tornavam-se galos revoltados com a vida... Era o típico presente de grego. Depois, outra cadela, a Tati (existe até hoje), mas ela nunca foi muito com a minha cara. Também cheguei a ter 2 casais de gerbil (rato do deserto australiano) que tinham por hobby a reprodução em larga escala. Bonsais, suculentas e flores foram meus vegetais de estimação. Por fim, tive pássaros semi-domésticos (um pombo-correio que se instalou lá em casa, uma rolinha que entrava e saía sem cerimônia), um filhote de gato que não durou muito e um mico que ficou lá por uma semana antes de ir para o zoológico.

Em breve, com a Tati se mudando, vou ter que adquirir outro ser vivo substituto. Estou na fase de analisar as opções.

1- Cachorro: o mais comum. Para apartamento tem que ser um pequeno. Os pequenos são muito carentes de atenção. Eu não sei se daria tanta atenção assim. Apesar do alto nível de interação e cumplicidade, acho que não seria o animal ideal pra eu criar em um apartamento. Além do mais, já tive experiências com cães. Está na hora de partir pra algo novo.

2- Peixe: ele fica lá no aquário. Pra lá e pra cá. Não vejo a mínima graça. E, desde criança, aprendi que se você vai tentar agradá-lo, ele morre. Extremamente mal-agradecido. Peixes são lindos e muito mais interessantes no fundo do mar.

3- Tartaruga: outro que não tem muita graça. Não mexe muito. É como ter um peso de papel que come e descome. Não dá aquela sensação "Oba! Não vejo a hora de chegar em casa e ver o que aquela tartaruga safada aprontou." Provavelmente a tartaruga safada não terá nem saído do lugar.

4- Furão (Ferret): esse deve ser interessante. Pelo que ouvi dizer, ele vai até passear na rua com você. Infelizmente, ele ia competir comigo no quesito "curiosidade" e provavelmente desorganizaria minha desordem. Pensem no caos que tomaria conta da minha toca...

5- Chinchilla: parece uma cruza de esquilo com ratazana. Não me inspira confiança. E ponto. é só isso.

6- Répteis: hum... Nunca tive uma queda por eles. Não me vejo criando uma serpente ou um iguana. Minha mãe teria um ataque...

7- Hamster/Gerbil/Rato de laboratório: hamster é chatinho, meu irmão já teve. Roeu meu dedo todo. Gerbil é mais legal, mas suja e se reproduz demais!!! Outros pequenos roedores me dão nojo. Aqueles ratinhos brancos do tipo Stuart Little em particular.

8- Gato: fico tentado a comprar um gato. Você nunca sabe ao certo o que esperar deles. Porém, eu vou ter que ensinar à criatura que meus móveis e cortinas NÃO são brinquedos para arranhar. E meu pai certamente não aprovaria a minha escolha.

9- Pássaro: é um caso a se pensar. Eu gosto, já tive e não dá tanto trabalho. Fica ali, na dele, na gaiolinha. O problema é que, dependendo do pássaro, ele vai ficar "na dele" demais. Se for pra ter algo voador, devo optar por uma calopsita. É bonita, não faz muito barulho e com o tempo, fica bem mansa.

10- Coelho: minha escolha número 1 (no momento). Interage com o dono, pode viver num gaiolão, aprende a fazer as necessidades em um lugar específico, reduzindo a sujeira e eu terei onde deixá-lo sem que ele vá roer nada! Vejo o coelho como um meio termo entre pássaros, cães e gatos. Procuro uma raça "anã", dessas que pesem menos de 2 Kg. Como nunca tive um, vai ser uma nova experiência. E se eu cansar, posso sempre fazer uma sopa!

Um comentário:

Stray disse...

Coelho eh o bicho. Mas ouriço é uma gachinha, tb!!!!!
acho q cachorro, ou coelho seriam as melhores escolhas. :D

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