sábado, janeiro 26, 2008

Receita do bolo

Aula de Comunicação e Marketing. O professor Jo Katambwe, que sonhava em ser presidente da Papua Nova Guiné nos trazia a notícia.

"Sabem... Hoje cedo li no jornal do metrô um artigo muito interessante. Segundo uma pesquisa realizada na Austrália, para conquistar um homem, basta fazer elogios a ele. E homens, para conquistar uma mulher, vocês podem ser barrigudos, baixinhos e carecas. Basta fazê-las rir. Fácil não?"

Jo Katambwe sabia das coisas. Se não tivese fundamento, ele não iria trazer isso pra sala de aula.

Assim, aqui vai mais uma receita de sucesso emocional. Dedicada àqueles que gostam de fazer simpatias para Santo Antônio. Eu particularmente acho que faz um certo sentido, ainda que de forma vaga...

Et vive l'amour...

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Adedonhas e Azeitonas.

Várias vezes na minha vida, eu joguei adedonha. Após três rodadas, eu já estava de saco cheio e sugeria mudar para verdade ou conseqüência, mas isso não vem ao caso.

Na adedonha, torcia pra dar letra "A" e eu me garantir na fruta. Todos iam na amora, abacaxi, abacate, ananás... Eu ia na azeitona. As pessoas protestavam. Ah! Azeitona nem é fruta! Como não?? É o quê? Um legume? Um tubérculo? um inseto? Alegavam que era salgado. Logo, para ser fruta, tem que ser doce. Cana de açúcar seria então, uma fruta?

Azeitona é fruta.

Por que estou escrevendo isso? Por que ontem eu tive uma discussão um tanto interessante sobre azeitonas pretas. Aí lembrei da adedonha. Só isso.

Em tempo, jamelão salgado não vira azeitona preta. Jamelão na pizza portuguesa não combina. Crianças, não façam isso em casa.

Photobucket jamelão na rua
Companhia Brasiliense de Azeite de Oliva! Uhuuuuu

sexta-feira, janeiro 18, 2008

Raciocínio lógico.

Estava a fazer uma compra em determinada loja de grande porte e o vendedor me pediu o número de um determinado documento...

Fui dizendo a seqüência e, pra não perder tempo, "resumi" os dígitos finais.
Segue reprodução do diálogo:

"(...)
- ...Quatro mil e cem.
- Como?
- Quatro-um-zero-zero.
- Quatro mil e cem ou quatro um zero zero?
- (silêncio)."

0_0

quarta-feira, janeiro 09, 2008

Meu velho Wilson.

Em agosto de 2000, em uma loja de departamento em Plattsburg eu encontrei um tênis branco, da marca Wilson, sendo vendido a 35 dólares. Extremamente confortável, não pensei duas vezes antes de comprá-lo.

Ele viajou por vários lugares, percorreu trilhas em florestas, marcou presença em academias, shoppings, restaurantes... No ápice de sua forma, não trocaria por nenhum Nike Shox.

Eis que, hoje cedo me deparei com um furo na lateral. Junte a isso o bico descolado, o couro arranhado (já disfarçado com liquid paper) e as costuras internas rotas e temos um tênis pedindo arrêgo. É... O meu velho Wilson Branco acabou. Chegou a hora de ele comer a grama pela raiz. Sua existência será sempre lembrada...

Photobucket Tenis Wilson
Batendo as botas. Literalmente.

domingo, janeiro 06, 2008

No seu vidro, com amor.

Quem nunca chegou ao seu carro e o encontrou um pouco mais "alegórico", cheio de papéis em volta?

Quem inventou a panfletagem não tinha um pingo de amor-próprio. Não sei vocês, mas eu não tenho a mínima paciência para ler as Donas Dayanes, Esmeraldas, Gioccondas e afins que "joga-se búzios" e prometem curar viado. Elas ficam ali, a tarde toda se acumulando no pára brisas do meu carro. Não raro, fazem companhia às lojas obscuras de peças para automóveis, aos matadores de baratas, às clínicas de beleza e às lojas de eletrônicos... Na hora da chuva, coisa linda de se ver... Todos os papéis ficam juntinhos, ali, grudados no limpador.

Enfim... Eis que alguém resolveu alimentar as ciganas de vidro de carro. Vi a nova modalidade gastro-publicitária e resolvi registrar aqui.

Photobucket milho no vidro
Ó o mio!!!!!
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