quarta-feira, dezembro 23, 2009

O Porco Rouco

Termino aqui minha trilogia suína.

Quem não entendeu, basta olhar os dois posts anteriores. O título fala de porco. Os textos, falam de tosse. Tosse que vai piorando e tem seu apogeu agora, na "grande finale".

Após "panhar friage" como diria minha avó, primeiro na montanha e depois no Japadog, a situação pulmonar estava crítica. No dia seguinte, ao tossir, doía tudo. Tive inícios fracos de febre; coisa que eu nunca tenho. Será que era o tal H1N1? Dia seguinte fui ver um médico indiano em uma clínica local. Pelos sintomas, tudo me levava a crer que eu tinha "panhado" uma bronquite. Mas o indiano disse que não. Eu havia pego algum vírus de outono, muito comum em Vancouver naquela época do ano (adivinhem? outono!) e o vírus tinha feito a festa no meu sistema respiratório superior. Tipo... Da garganta pra cima estava tudo aos frangalhos. Não era bronquite; o pulmão estava bem. Mas eu estava com uma faringite forte. Recomendação: ficar uns 2, 3 dias sem falar. Fácil. Se eu falasse naquele dia e nos 3 dias subsequentes, desandava a tossir. Minha voz quando saía, saía rouca, totalmente alterada. E isso eu achava legal, porque ficava algo entre o Darth Vader e o Don Corleone. "Tattaglia killed my son"!

Com isso, meus últimos dias em Vancouver foram marcados por filmes (recomendo "Giù la Testa", do Sergio Leone), quadrinhos, livros e videogame. No meu aniversário ganhei um exame de sangue para ver como andavam meus vírus de outono e um "happy birthday" da jovem enfermeira filipina, enquanto ela me agulhava...

Fui a um shopping comprar algumas últimas encomendas.

...E assim terminei minha viagem.

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