sexta-feira, fevereiro 25, 2011

Granola e afins

Dizem que faz bem, tem fibras, faz as entralhas funcionarem, o bucho agradece. E, sinceramente, eu gosto. Conheço gente que diz que tem gosto de papelão, mas eu gosto. Até aquele All Bran que deve ser uma das coisas mais secas já inventadas pelo ser humano eu encaro. Agora, ao comer essas coisas, os amantes da granola que me perdoem mas a única imagem que me vem à cabeça é esta:

comida para periquito
"O girassol é meu!!!!!!"


terça-feira, fevereiro 22, 2011

11:20 - "Vai aparecer a minha periquita!!"

Uma das notícias mais lidas no site da Globo "G1" diz respeito a um vídeo que vazou na Internet, mostrando uma escrivã da polícia de alguma cidade de São Paulo sendo despida à força por policiais por conta de uma propina escondida na região dos Países Baixos, à la cuecona mensaleira. Duzentos reais e um vídeo na Web foram o resultado mais imediato da "Operação Peladão". Talvez mais tarde haja um processo. Pros curiosos, o vídeo ainda está no Youtube no momento em que eu escrevo; mas não me darei o trabalho de colocar um link aqui, pois acredito em sua breve remoção para preservar as partes - íntimas ou não. É um vídeo longo, de quase 13 minutos, e, no momento indicado no título, a frase também mencionada é dita, para a alegria dos policiais que, convenhamos, queriam mesmo era um pouco de pornografia para animar a tarde.

Minhas opiniões sobre o vídeo...
- Datado de 2009, achei estranho o episódio só ter vindo à tona agora. Me pergunto o que a escrivã aprontou durante esses 2 anos.
- Como foram fazer isso com uma ESCRIVÃ?? Pra ela estar nesse cargo, ela deve ter um mínimo conhecimento das leis e é óbvio que os policiais ali sabiam das consequências. Poderia ser um caso de uma mulher ignorante, que desconhecesse seus direitos e acreditasse que aquela revista era legítima; de quem os policiais se aproveitassem. Mas não. Ela sabia que aquilo estava errado. Eles também.
- Os comentários no vídeo. "Ah! A mulher era uma bandida; mereceu isso!" Não! Posso até ser um defensor do Capitão Nascimento Way of Life, mas em casos extremos. Os traficantes do Rio estão ocupando o morro, aterrorizando a polulação e equipados com armas militares? Manda o Caveira! Não se renderam? Manda chumbo! Tiveram a opção de se entregar. Agora, no vídeo, o que mais me chamou a atenção foi a presença de uma policial FEMININA no recinto. Ou seja, ela poderia ter sido revistada sem problema nenhum! Então, por mais bandida que seja, ela não mereceu isso. Havia inclusive a outra opção, mas ela não foi dada.
- Ok. Teoria da Conspiração: que ráio de delegacia é essa que tem uma almofada de coração na cadeira (aparece por várias vezes no vídeo)? O delegado tem alguma hemorróida apaixonada? E os diálogos... Não sei. Se me dissessem que era um filme pornô de décima quinta categoria, eu acreditava.
- 200 reais... Minha filha... Tanta luta por 200 reais escondidos ali? -_-

- Poxa, Raphael, você fica vendo essas baixarias? Fico. Enquanto você via Big Brother, eu via tosqueiras na delegacia...

quinta-feira, fevereiro 17, 2011

Tarzan de primeira viagem

Ah, a natureza... O contato com o verde... Não dá pra negar que é algo que nos traz um sentimento de harmonia. A prática do arvorismo deve ser o apogeu desse contato. É você, ali, na copa das árvores. Eu não contive o riso quando anunciaram "Arvorismo" em um shopping center de Brasília. O arvorismo urbano consiste em colocar um treco que se assemelha a um parque infantil desses de pracinhas públicas e escolas em um espaço fechado, só que para adultos. E com umas folhas de plástico ao redor para aumentar o realismo. É como se você estivesse perdido na Serra do Cachimbo, mas com o Mc Donald's a leste e a Lacoste a oeste. 

Aí... Minha namorada disse: "Ah... Sabe o que eu tenho vontade de fazer? Tirolesa" Pra quem não sabe, trata-se de um bungee jump horizontal. Você se joga no vazio, percorrendo a distância de um ponto "A" a um ponto "B" preso por polias e roldanas a um (esperamos que) resistente cabo de aço. Poucos dias depois, viajamos para uma cidade do interior onde eu procurei logo saber sobre a possibilidade de praticar esse esporte. Coincidentemente, havia uma trilha de arvorismo com uma tirolesa no final na fazenda onde estávamos indo!

Em uma viagem anterior, com amigos, já havia feito arvorismo, num percurso que, como esse da fazenda, terminava com uma tirolesa...

MINHA PRIMEIRA AVENTURA NAS ÁRVORES

Primeiro, foi a tirolesa. Enchi o santíssimo saco do meu benevolente amigo para fazermos a tal tirolesa; uma braba, para os iniciados, em que o ponto "A" estava numa MONTANHA e o ponto "B" na outra. Entre as duas, uma distância a perder de vista e um vale provavelmente habitado por ogros comedores de turistas caídos ao som de It's raining men, hallellujah!. Meu amigo pegou a longa estrada de terra até a tal tirolesa e, chegando lá, eu olhei pro NADA, o NADA olhou pra mim, e a conclusão óbvia foi "NEM PHVD3NDO!!" O pessoal da tirolesa nos falou então de um percurso de arvorismo lá perto, onde havia uma tirolesa menos assustadora no final. "Vamos fazer arvorismo, então!" - sugeri. Eu nem queria mesmo fazer arvorismo. Mas tava a viagem toda enchendo a paciência por uma tirolesa; era questão de honra! Nunca que eu iria deslizar entre duas montanhas feito Bondinho do Pão de Açúcar mas, um percurso mais "amigo", porque não? 

Após mais estrada de terra, após horas sem comer, após a água ter acabado, após os corpos estarem desidratados, após uma trilha que parecia não ter fim... Chegamos ao percurso de arvorismo. O grupo anterior desceu e, entre eles, uma menininha de uns 5 anos de idade pedia MAIS =D. Ah! Agora era questão de honra MESMO. Iniciei o percurso. Tenho um pouco de vertigem, mas achei que não fosse atrapalhar. Atrapalhou. Comecei a subir uma escada que parecia não ter fim. É a primeira vez - pensei; normal sentir medo. A cada degrau eu xingava e rezava alternadamente. Até que cheguei lá no alto, com o estômago embrulhado. Não, eu não estava bem... Não sabia se era a altura ou o estômago vazio... Mas eu não via a hora de chegar à tirolesa e acabar com aquilo. Uma vez no percurso, não há volta. E na minha cabeça, a menininha pedia MAIS. Que ódio! Fiz todo o percurso e no final estava ainda com o estômago embrulhado, mas com uma sensação de satisfação e dever cumprodo. Ainda que distante. 

Fast Forward na linha do tempo e chegamos à....

MINHA SEGUNDA AVENTURA NAS ÁRVORES

Ok... Da primeira vez, você ficou apavorado e se sentiu mal pra uma mini-recompensa no final das contas. Pra quê  repetir a experiência, cara-pálida?? Não sei.

Caros arvoristas de shopping, eis como a coisa acontece na vida real: 
arvorismo perigoso



Você fica pendurado nos cabos de aço com umas cordas que, se colocadas de forma estranha na sua bermuda, podem reagir quimica fisicamente com essa, de forma a esmagar impiedosamente seus fundilhos. Não aconteceu comigo, mas eu já vislumbrei a possibilidade e pode machucar!

Você vai querer  levar a maquina fotográfica e, por segurança, teráde atá-la ao capacete. Ela, de vez em quando, irá acertar a sua cara - talvez tire fotos inesperadas.

Na floresta, o tempo geralmente é quente e você sua, atraindo para seu redor toda sorte de insetos. Fora da proteção do shopping, você tem que se virar com mosquitos entrando em sua boca, marimbondos, abelhas, vespas e outros insetos cretinos querendo injetar seu ferrão em você. Sem contar nos gorilas raivosos que cospem ou atiram excremento em sua direção tão logo você adentre o território deles.
 
gorila atirando excremento

Quando fiz meu Arvorismo 2, a Missão, eu não comecei subindo uma escada. Nem estava de barriga vazia. Pelo contrário. Tinha acabado de almoçar e estava exausto após uma trilha subida a passos largos. Calçava um tênis robusto; quase uma bota, feito para trilhas. O problema é que ele não era muito adequado pro arvorismo e eu tive sérios problemas para encaixar meus pés, que estavam com o volume dos do Gigante Guerreiro Daileon, nas argolas suspensas a 8000 metros de altura. Minha falta de equilíbrio contribuía. Eu via minha namorada logo à frente, se saindo bem melhor que eu, se equilibrando com desenvoltura por entre toras de madeira e cabos de aço. Mais uma vez, eu estava de estômago embrulhado, ansiando pelo fim. 

Terminou. Garota de 5 anos da vez, minha namorada pedia MAIS. Eu dava graças a Deus e queria seguir a trilha para as cachoeiras. 

Prefiro admirar as árvores de maneira mais humilde - de baixo pra cima. É uma realidade que eu devo aceitar.

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

O olho na parede

Há tempos atras, escrevi esse texto, que acabou publicado em outro blog. Agora, resolvi publicar também, com algumas poucas mudanças e correções aqui e ali...
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            O ano era 1985 e a noite era monótona para um garoto de 5 anos de idade. Estava sentado na cama dos meus pais, vendo sem o mínimo interesse a transmissão do Rock in Rio, já que naquela época eu não era muito fã de Rock. Era pura falta do que fazer, enquanto esperava que meu pai chegasse do trabalho para brincar comigo. Enquanto isso, minha mãe tentava fazer com que meu irmão dormisse, o que era uma tarefa extremamente difícil – ele só chorava. Com minha mãe dedicando-se plenamente ao meu irmão insone, eu estava tecnicamente sozinho em casa. Sozinho e inquieto. Vagava entre o quarto com o Rock in Rio e a sala escura por onde meu pai deveria entrar.

             Eis que, em uma dessas idas e vindas, notei algo diferente na sala tomada pela profunda escuridão da noite: um olho amarelo me fitava. A luz fraca do corredor não era suficiente para me dar mais detalhes. Só via, sobreposto à parede escurecida, aquele estranho olho brilhante. Era amarelo-ouro, maior do que seria um olho humano àquela distância. Fiquei assustado, pensando ser um ladrão. Fui falar com a minha mãe e, ao entrar no quarto onde ela estava, acordei o meu irmão. Recebi uma bronca por tê-lo acordado e uma explicação lógica para o olho. “Era uma luz”, ou “o reflexo de um poste alaranjado”. Nada julgado grave o bastante pra que a minha mãe saísse de perto do meu irmão. Vi que realmente estava sozinho com a estranha luz.

            Meus pais já haviam me convencido de que fantasmas e monstros que povoam as mentes infantis não existiam. Com isso, era de vivo que eu estava com medo. Pra mim, aquilo era um ladrão e era eu quem teria de lidar com o indivíduo. Para minha sorte, meu pai comprara, alguns dias atrás, duas réplicas de armas da Primeira Guerra Mundial em uma embaixada, ambas extremamente realistas. “Armado” até os dentes, fui até a entrada do corredor e fiquei lá um tempo, encarando o olho. Achei estranho aquele ladrão que não se mexia. Passou o tempo, e tudo aquilo me cansou. O Rock in Rio estava até mais interessante; voltei pra frente da televisão. Pouco depois, meu pai chegou, acendeu a luz da sala e o olho amarelo sumiu. Empolgado, contei a história a ele, que teve a mesma opinião da minha mãe. Acho que por eles não acreditarem, com o passar do tempo, fui tomando um certo pavor da história e da sala escura. Me convenci de que não era um ladrão; provavelmente não seria coisa deste mundo. Por força de meus pais me levarem até a sala à noite e mostrar-me toda sorte de reflexos luminosos ali, acabei aceitando que o olho não era nada além de um reflexo de um poste. Só para “resolver”. Eu sabia que não era. O olho brilhava como uma fonte de luz. Não como um reflexo. E a história morreu aí.

Mas, um dia, ela ressuscitou. Passaram-se treze anos. Aprendi a falar francês. Em 1998, estava vendo umas fotos antigas, dentre as quais uma foto da parede onde o olho apareceu. Vi que nessa parede, provavelmente não no lugar exato onde havia visto o olho, estavam dois quadros. Um deles retratava uma floresta de árvores mortas, o outro, parecia uma pedra com um morcego e uma lua; algo bem abstrato. Esses quadros sempre estiveram lá em casa e ainda hoje estão. Sempre gostei deles, desde criança. Mais uns anos se passaram e, um dia, meu olhar novamente caiu sobre um dos quadros quando andava pela sala. Era o quadro do morcego. Mais uma vez, fui olhar; analisar; tentar achar algum sentido; alguma ordem no caos... Pela primeira vez, me atentei ao nome do quadro. Imediatamente fui tomado por um medo glacial. A mesma que havia sentido tantas vezes após aquela noite de 1985.  Em letras pequenas, discretas, escritas a lápis na sua base eu lia, pela primeira vez, o seu NOME: “Um regard dans la nuit” - Um olhar na noite. Da mesma forma que eu observava o quadro, talvez um dia ele também tenha me observado... 

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

O Brasil lá fora

Um evento recente me fez pensar na imagem do Brasil lá fora. Nós criamos um monstro e, desde muito tempo, lutamos para mudar nossa imagem. Brasil é Samba, Favela, Mulata e Bunda. E Ipanema e Biquini Asa-Delta. Estrangeiro imediatamente e invariavelmente tende a associar Brasil com mulher quente, sensual, fácil e desesperada para conhecer "novidades" e se entregar ao primeiro turista que aparecer. O redneck vai à Penha e, por um punhado de dólares, confirma sua tese com alguma mulata qualquer, os botecos estão cheios delas.  Wow man! A wreal pawadise downe hea'. Volta para o Alabama sorridente. Não somente em relação a "mulheres", acho curioso o conhecimento sobre o Brasil lá fora... Então, aí vão alguns fatos que me chamaram a atenção durante a minha vida. 
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O Brasil por estrangeiros

- Amanhã, doaremos o dinheiro de nossa merenda para uma organização que ajuda as crianças pobres do Brasil. E, para nos solidarizarmos com elas, comeremos uma tigela de arroz. (Mensagem do diretor da escola, querendo fazer uma boa ação e me tornando o centro das atenções e da ira dos comedores de arroz: eu morava ao lado da escola e SEMPRE comia em casa)

- Professor, existem prédios no Brasil? (perdoável - garota de 12 anos numa escola francesa)

- Eu achava que Rio de Janeiro era uma favela grande, sem ruas asfaltadas, entranhada numa floresta e com serpentes pra todo lado. (não-perdoável: businessman que já morou em diversos cantos do globo)

"- Wharhalarhalarhalarhallalahala? (Eu tentando imitar árabe; língua que pra mim tem muito rr e muito a)
- Cumé??
- Wharhalarhalarhalarhallalahala?- Pode falar em árabe comigo! Eu também sou libanês!
- Mas... Eu não sou libanês! Eu sou Brasileiro!
- Não pode ser... Você não tem cara de latino! Wharhalarhalarhalarhallalahala!!!" (Restaurante libanês, Montreal)

"- De onde você é? 
- Do Brasil.
- Não pode ser. Você não é preto." (Em uma praia no Caribe)

- Brasil?? Ah!! Pelé!! Futeboooooolll! (vários lugares)

"- Brasil? Então porque você não fala espanhol?
(um terceiro na conversa) - Não, seu burro; no Brasil eles falam brasileiro! não é? -Concordei." (Montreal)

"- Então cara... Me diz como é o Brasil... Lá deve ser muito bom né? Cheio de mulheres com poucas roupas.
- Não meu amigo, na verdade, lá elas usam mais roupas que aqui.
- Ah, mas eu vejo na televisão.
- Não é desse jeito...
- Não acredito em você!" (Montreal, na universidade)

FATO: Canadá no verão:
Após meses escondidas no frio, algumas canadenses querem mostrar a que vieram no verão.
As minissaias lá são mais mini do que saias. Dá pra ver os interiores sem esforço; em qualquer subida ou escada.
Algumas parecem cintos
Ja tive uma crise de riso quando uma vendedora da GAP me ofereceu uma saia dessas como sugestão de presente para uma amiga. A vendedora não entendeu, mas a saia foi alvo de deboche dos meus amigos e meu.

- O Brasil é na África, né? (clássica)

- A capital do Brasil é Rio de Janeiro. (outra clássica)

- A capital do Brasil é Buenos Aires. (jamais digam uma coisa dessas)

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Tudo bem que outros países também têm seus estereótipos, inclusive no Brasil. A Somália, exemplo extremo, é sempre apresentada como um antro de piratas. Poucos sabem que o norte do país, mais afastado dos conflitos, tem uma economia até estável e próspera pros padrões locais. Mas não vou escrever sobre o lá fora no Brasil. Seria uma fuga ao tema braba.

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Subway e os queijos

Pra quem não conhece, o Subway é aquela cadeia de restaurantes que serve sanduíches leves com ingredientes frescos. Várias opções de pão, várias opções de recheio e molho. É o meu refúgio quando quero comer algo rápido, bom e minha consciência me afasta das hamburguerias gordurentas.
Logo subway
ESTRELANDO:
pao e queijo do subway
Porém, por mais que eu seja frequentador assíduo do local e goste bastante dos produtos deles, eu sou meio crítico quanto ao modo como eles fazem o sanduíche. Explico-me. Em outro post, já alertei sobre como a ordem dos fatores alterava o produto, em se tratando de culinária. E, no Subway, a ordem dos fatores deles difere da minha. Eles dividem o pão, colocam carnes e queijo de um lado, assam e, na outra metade, colocam os vegetais. Entre os dois, colocam os molhos que você escorrer. Isso é uma afronta ao molho. Pensem comigo... Carnes e queijos assados e folhas de tomate, são um tanto impermeáveis. Que molho será absorvido ali? Nenhum, meu amigo. Uma bela parte do molho que você pediu será perdida, vazando pro papel que embala o sanduíche ou caindo na bandeja, na sua roupa branca... Seria muito mais lógico eles colocarem os vegetais sobre o pão ASSADO e, na outra metade, os molhos, que seriam absorvidos por esta.

Outro fato que me intriga diz respeito aos queijos. Eu nunca cnsegui diferenciar as opções cheddar/prato/suíço. Pra mim, todos têm o mesmo gosto e minha escolha é feita segundo o critério do uni-duni-tê ou segundo a cor do queijo que eu quero ter no meu sanduíche. Mas assim... Não tenho nada contra esse fato, apenas acho curioso. Os três sabores As tres cores sendo boas, eu não tenho do que reclamar. 

AGORA....

 Quem foi o *GÊNIO* que estabeleceu o "layout" dos queijos no sanduíche?? Pior impossível! Eles colocam duas fatias triangulares lado a lado, criando um vão sem queijo bem no meio do sanduíche, que é a melhor parte.
sanduiche do subway
Aí vem aquela perguntinha cretina: "quer que adicione mais queijo por 1 real?" Não! Só por orgulho, eu não quero mais queijo por 1 real. Vou, sim, me contentar com o nada no centro do sanduíche. Acho um absurdo ter que pagar 1 real pra ter um sanduíche mais bem acabado. Isso sabendo que o problema poderia ser facilmente resolvido com uma disposição de queijos alternativa:

como montar um sanduiche

Por favor, Subway... Não nos faça de toupeiras! 1 real pra ter queijo por todo o sanduíche é revoltante...
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