segunda-feira, junho 18, 2012

Maria da Penha II - Ela voltou!

Nova farofa Yoki. Sabor: picadinho chinês. Um post sobre chinês picado. E outros assuntos.
Há uns tempos eu escrevi sobre Maria da Penha, a mulher infernal que matou o seu marido na Estação de Marechal. Agora, um novo caso de esquartejamento de maridão ganha destaque na mídia. E, com ele, uma Farofa Yoki com novo sabor, temperando o Facebook e a minha caixa de mensagens. Na boa... Eu acho triste fazer piada com esse tipo de coisa. Imagino a "descontração" da família au ler a paradinha do "chinês (?) picado" - que não será postada por aqui... 

Se a Maria da Penha fatiou o marido por conta de violência, bebedeira e boemia, a Elize Matsunaga fez isso, segundo ela, porque ficou brava. Aí vêm as outras versões especulativas de que não foi bem assim. Com o objetivo de melhorar de vida e partir pra uma aventura "solo", ela cometeu um crime premeditado para tirar uma grana extra. Víbora!

mulher assassina
Sangue: meus posts costumam rivalizar com filmes asiáticos.

Me disseram que ela ficaria com a herança, o que não é bem verdade. Depois soube que a filha ficaria com a herança, e a assassina não iria administrar o dinheiro. Porém, ao que tudo indica, ela tem direito a parte do patrimônio, por conta da tal comunhão de bens. Aí vejo que a lei, muitas vezes acaba por proteger, sim, os criminosos. Obviamente, a sociedade se revolta com essas notícias. Consequência disso? A manchete do jornal Metro, de 6/6/2012:
Quase metade dos brasileiros defende torturas (47,5% segundo pesquisa da USP - não é pesquisa furada do Instituto Estatístico Pepperman).
E, de certa forma, eu faço parte dos 47,5%. De certa forma! Na matéria, temos o seguinte:

- A favor de pena de morte para estupradores;
- Muitos defendem ameaçar verbalmente, bater, dar choques elétricos, ameaçar parentes e negar água e comida a suspeitos de estupro; (SUSPEITOS??)
- Perpétua para terroristas;
- Trabalho forçado para políticos corruptos.

Sou a favor da tal pena de morte, o que infelizmente é pior para a família do condenado que para o condenado em si. Mas apenas em crimes reincidentes. Os trabalhos forçados também me agradam. Mas no caso de políticos, isso jamais seria proposto ou votado por eles mesmos. Se algum ler isso aqui, rirá da minha cara. Falando neles, certa vez o encrencado Senador Demóstenes estava falando sobre penas mais duras. Sugeriu o fim das visitas íntimas e o isolamento. Parece que no Japão, os presídios são confortáveis. Mas os presidiários não podem interagir. Não podem sequer olhar pro lado na hora do almoço. Deveria ser implementado aqui, aos poucos. E... Prisão perpétua, por hora, não vejo viabilidade, uma vez que as celas já estão demasiado lotadas... Ia agravar a situação, né?

Voltando à açougueira mencionada no início, não me entra na cabeça que ela poderá ter pena reduzida por ser ré primária e ainda pode ser liberada antes por bom comportamento. Ela devia apodrecer na jaula um pouco mais. Ficar os 30 anos que merece. Sair de lá uma velha carcomida. Ela e criminosos semelhantes.

...E quando eu for Presidente, essa história ridícula de auxílio à família do bandidão vai acabar.

Curiosidade: tem uns países em que a maioridade penal é de 2 anos de idade. Tou imaginando aqui o Chucky vindo me assassinar com uma peixeira. Mas, do jeito que as coisas estão, não duvido mais de nada.

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