terça-feira, julho 17, 2012

O amor descomplicado

 Aviso às politicamente corretas: a expressão "pegar mulher" será empregada nesse post.
 Certa vez eu conheci um sujeito de determinado país africano. Se existe uma antimatéria (as más línguas dizem que está à venda no Acre com 50% de desconto), susceptível de anular a matéria, esse indivíduo era a antipegação, susceptível de anular qualquer tipo de pegação. Ele já começou a estratégia de forma errada: impondo regras. Em sua visão, havia um "Sun Tzu: a arte da guerra para conquistar o sexo feminino". Para as coisas ficarem mais complicadas, ele cismou que eu havia lido o livro e sabia de todas as regras e artimanhas para deixar Zé Mayer invejoso. 

Seu primeiro objetivo foi a professora de Marketing, com 30 anos, belíssima, elegante, detentora de um mestrado no Japão e... casada. Sendo otimista, as chances de ela ficar com o seguidor de Sun Tzu seriam iguais ao zero pelo qual ele seria dividido no momento de sua investida. Para alcançar seus objetivos pegadores, me fazia perguntas do tipo "se eu ficar mais musculoso... eu pego professora?" Não... A coisa era mais complexa e transcendia o muque. Infelizmente, na cadeia alimentar pegadora, elaborada por mim num momento de extrema "pensação na vida", ele estaria localizado abaixo da base. Ou melhor, nem estaria localizado. 

Para estes que não encontram nem a base - e, sem vergonha de assumir, já estive nesses grotões - a partir de alguns estudos, experiências, relatos, choques de partículas no CERN e outros gráficos não tão completos que andei vendo por aí, cheguei à seguinte figura, que resume de forma descomplicada como se comporta o processo do amor; da conquista; das interações entre partes. Da pegação, enfim.

Na boa? Sun Tzu JAMAIS teria feito melhor! 

6 comentários:

Clarissa disse...

aham?
estou aqui pensando como alguem " pega" acidentalmente...

Dom Rafa disse...

Digamos que uma determinada mulher que goste de um babaca tenha um hobby peculiar: gosta de músicas estranhas. O babaca que ela gosta só ouve a desgraça do Asa. Eis que um dia, ela conhece um hipster na UnB que conhece tudo sobre música punk da Bielorrússia. Pronto. O cara acidentalmente encontrou uma potencial candidata, por afinidade. E o babaca ganhou um rival de peso.

Não costuma acontecer todo dia. Pelo menos não que eu tenha notícia...

Claudiana disse...

Adorei essa cadeia. É exatamente assim. esse texto deveria se chamar "Amor e outras drogas", como essa que teu amigo deve ter tomado crendo na possibilidade de pegar a professora. rsrsrs. Depois de "estudar" a cadeia do Sr. Pimenta fiquei até feliz. Eu nunca curti os "babacas", sempre olhei para os nerds aparentemente feios mas cheeeeios de neurônios e, olhe lá, eles me fizeram muito feliz...acidentalmente ou não. Braços, moço!
Só pra contar: dou maior valor aos teus desenhos! mais originais impossível!

Claudiana disse...

Meu comentário foi cheio de letras engolidas. Teclado de m...*. hehe

Deo a Terrível disse...

Eu confesso que nunca entendo esses esqueminhas... Huahua! Eu tenho 'pobrema'... Mas eu adoro o que você consegue fazer no Paint. Huahua!
Quanto a relacionamentos, não vou nem comentar... =P

Besos!
")

Dom Rafa disse...

É, Claudiana... Seu teclado conseguiu até comer o resto do M.... Deveras poderoso.

Deo, eu mesmo achei esse diagrama meio confuso. Mas tive preguiça de fazer um maior.

E o paint e eu agradecemos MUITO os elogios!

Beijos!!!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...